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quarta-feira, 16 de março de 2011

O título também engana!

Há cerca de 3 semanas fiz um "gosto" na página do Facebook da Missão Movimento Milénio. Este movimento, que é uma iniciativa do jornal Expresso e do BCP, tem por missão a "procura de respostas para o futuro, revelação de caminhos e tendências com verdadeiro impacto na vida dos portugueses". Tudo o que necessitamos.

No seguimento de posts colocados por esta página "encontrei" Malcom Gladwell, e apesar do seu discurso ser objectivamente à maneira americana (nada contra, muito pelo contrário, apenas previsível), e também devido à sua biografia, comprei o livro "A chave do sucesso", pobre tradução de "The Tipping Point", digo eu.


O título deste livro leva-nos logo a adivinhar que se trata de mais um livro de auto-ajuda (de novo nada contra, muito pelo contrário, só não pode ser ajudado quem não queira!). No entanto não é! É sim um livro que tendo em conta uma série de dados/acontecimentos com empresas (americanas) e/ou sociedades, tenta fazer uma análise de quando se deu o "ponto de viragem" (The tipping point") em cada uma das situações.

Identifica princípios de acção que ajudam a entender o ciclo de vida de empresas, do sucesso de determinadas acções (por exemplo porque tem tanto sucesso "A Rua Sésamo"), ou de mudanças radicais na sociedade.

Um livro que se lê de um folego, talvez com demasiada nomenclatura, mas ainda assim fácil de seguir.

Para começar sugiro que deem uma vista de olhos às suas palestras em Portugal!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Nós amamos as bibliotecas!


O que um grupo de pessoas inglesas fez para que a sua biblioteca não fechasse devido a cortes orçamentais!

domingo, 23 de janeiro de 2011

Nuno Lobo Antunes

Há cerca de um ano atrás li, de um só folego, o primeiro livro de Nuno Lobo Antunes (cuja a existência eu desconhecia, talvez pela sombra dos seus irmãos). Uma autobiografia de uma fatia da sua vida, passada em NY, como neurocirurgião pediátrico, com especialidade em cancros, comoveu-me até à última página. Falo de "Sinto Muito".

As histórias, verdadeiras, contadas por este médico que carrega consigo o peso (leve ou pesado cabe a cada um decidir) deste sobrenome, e que por isso me suscitava um preconceito sobre a forma de escrita, surpreendeu-me pela positiva. Sou sincera, nunca li António Lobo Antunes porque nunca consegui acabar um só texto escrito por ele na Visão. No entanto, Nuno escreve doutra forma e sobre a realidade ao invés da ficção do seu irmão.

O livro faz sofrer, mas conseguimos fazer as pazes connosco e com o mundo, o que torna a sua leitura suave e até mesmo agradável.

Pensei nessa altura que o autor já tinha dito tudo sobre a sua vida, mas não! Apesar de ainda não ter lido o segundo livro (Mal Entendidos) embarquei no terceiro: 

 e de novo me encontrei no seu mundo, tão angustiante como o anterior, mas este mais chegado a nós, em Portugal. O escorrer de uma semana da sua vida, com a sucessão de acontecimentos no mundo das crianças doentes (neurologica e psiquiatricamente) contada de uma maneira leve.

E talvez aqui aponte uma crítica: faltaram mais factos que ilustrassem este livro, mas talvez não fosse essa a ideia do autor.

Na minha perspectiva são dois livros a ler e assim que se proporcionar, lerei o que me falta!

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Mãe Desnaturada!


"Confissões de uma mãe desnaturada" de Stephanie Calman, foi um livro que comprei poucos meses depois da minha filha mais velha nascer, mas que só li agora, alguns meses após o nascimento do mais novo.

Com outra atitude perante a educação das crianças, o que esperar delas e como cuidar delas, este livro teria sido mais hilariante se o tivesse lido assim que o comprei...agora apenas tive que concordar com muita coisa.

É um tónico para quem acha que não está a fazer tudo bem. A revelação é: NÃO HÁ MÃES (nem pais) PERFEITAS! E até temos direito a um grande número de disparates.

Aconselho vivamente a mães e pais de "primeira viagem". É um retrato da vida real (com particularidades que só dizem respeito à autora), mas relaxado e sem stress. E ainda por cima divertido...quem acabou de ter um filho não estará muito disposta a ler um dramalhão.

Boas leituras.
Ana Luísa Pedro

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Acabei de ler "Epidemia"



Acabei agora de ler o livro "Epidemia" de Reina James, uma actriz inglesa que faz aqui a sua primeira incursão literária.

Era de supor que, tendo os seus próprios avós morrido com a gripe espanhola, o livro fosse mais envolvente, nos levasse aos anos da Primeira Guerra Mundial de uma forma mais gráfica e a vivermos mais profundamente esta epidemia (a maior de todos os tempos!).

Nada disto acontece, a história chega a ser sensaborona. Não é um livro interessante apesar da capa (You may not judge a book by its cover.).

Alguém já leu?